Porque as três camadas de cobre, níquel e crómio depositam 18–27 µm em cada face, enquanto a interferência do anel é apenas 0,02–0,05 mm. Um anel que entrava antes do banho pode sair maior do que toda a sua tolerância; por isso o ajuste verifica-se numa caixa de ensaio a 200–600 N, não à mão. O substrato é vazado segundo ASTM B86 AC41A em Zamak 5.
A interferência é a sobreposição entre o anel e a boca da caixa antes da montagem: o anel é feito um pouco maior do que a abertura, e o aperto com adesivo segura-o. O revestimento engrossa o exterior e estreita o furo, pelo que o mesmo desenho dá dois ajustes, antes e depois do banho.
O furo fecha-se. Uma abertura Ø32,0 mm com +0,05 / 0 mm é revestida na parede, a camada cresce dos dois lados para dentro e o diâmetro perde 0,036–0,054 mm.
O exterior engrossa ao mesmo tempo. As duas alterações apertam o ajuste, e a interferência prevista em 0,02–0,05 mm ultrapassa o limite superior antes de prensar.
A linha de revestimento pode estar perfeitamente em controlo: cada camada dentro da sua janela e o anel conforme o desenho; o que faltou foi dizer no desenho a que etapa pertence a interferência.
Sobre o diâmetro, 18–27 µm por face dão 0,036–0,054 mm, mais largo do que toda a faixa de 0,02–0,05 mm. Um anel fabricado no lado apertado já está fora do ajuste antes do revestimento.
Esse cálculo merece o desenho, porque transforma uma discussão num número. Duas faces, duas camadas por face, três metais: o total é fixado pela especificação e o furo tem de o absorver.
Por isso um anel revestido pode passar o calibrador de interiores na máquina e bloquear na prensa. O calibrador lê metal; a prensa lê metal mais camada.
Com um ensaio na caixa de apoio, lido em força. A faixa é 200–600 N: abaixo, o anel levanta ou roda; acima, deforma-se ou a camada fendilha.
A força é repetível; o tato não. Um anel que pede martelo e outro que cai sozinho passam ambos a inspeção visual, e nenhum é o ajuste vendido.
O ensaio entra no relatório de primeira peça, com a força e a caixa usada. Com a faixa registada, um lote novo compara-se com um número, não com o lote anterior.
Antes, com a espessura de revestimento indicada à parte. O furo é cortado na cota prévia, a camada leva-o à cota do desenho, e a interferência define-se na peça revestida.
Ao contrário, dar apenas o furo acabado e deixar a oficina adivinhar a margem devolve o cálculo à produção. Dois fornecedores usam duas margens, e o segundo descobre-o na prensa.
As duas cifras não são redundantes. Uma é o que a máquina corta, a outra é o que o cliente mede; com uma só, a outra aparece na montagem.
Quatro: a faixa de interferência, o furo prévio, a espessura por camada e a faixa de força com a caixa de ensaio. Junte a etapa e o desenho cotiza-se e aceita-se sem reunião.
A espessura por camada é necessária porque é o total que fecha o ajuste; um orçamento que só cita crómio esquece as duas camadas de baixo. Os 0,1–0,3 µm de crómio não são o problema; o cobre e o níquel por baixo são.
A faixa de força tem de estar ligada à caixa, porque a força depende das duas peças. Um anel verificado com uma caixa de ensaio gasta passa com um número que não significa nada.
| Característica | Meta | Faixa | Verificação |
|---|---|---|---|
| Interferência | 0,02–0,05 mm | 0,02–0,05 mm | Indicação do desenho, peça revestida |
| Furo prévio | Ø32,0 mm | Margem para 18–27 µm | Calibrador de interiores na máquina |
| Três camadas | Cu 8–12 / Ni 10–15 / Cr 0,1–0,3 µm | 18–27 µm no total | Espessura por raios X |
| Força de prensagem | 200–600 N | 200–600 N na caixa de ensaio | Prensa com caixa de apoio |
Envie a faixa de interferência, o furo prévio e a caixa de ensaio; o ajuste cotiza-se contra um número, e a pós-usinagem e o revestimento calculam-se na mesma etapa.