Sim, mas a condição vai no desenho: os 0,03 mm assentam no assento maquinado e leem-se antes do revestimento. Cobre, níquel e cromo somam 18–27 µm e elevam a face; a pós-usinagem fixa o assento e o desenho tem de nomear a etapa.
No assento maquinado, sobre mesa de granito com lâmina de espesores, folhas finas de aço que leem a fresta, e o desenho nomeia a etapa. O assento espelho é a face onde assenta a luneta numa caixa de Zamak 5 conforme ASTM B86 AC41A, e é cortado antes da linha de revestimento.
Medir depois lê o assento e a camada. Como a camada mede 18–27 µm e a tolerância 0,03 mm, a etapa decide o resultado: a mesma caixa passa antes do banho e falha depois.
A etapa decide também quem paga um fora de cota e que operação entra no orçamento. Um desenho sem etapa entrega esse debate a quem medir primeiro.
O revestimento acrescenta a espessura completa em cada face tratada. Sobre um furo Ø1,5 mm assenta dos dois lados, 2 × 18–27 µm = 0,036–0,054 mm; sobre um assento plano, a face sobe os mesmos 18–27 µm.
Aqui os 0,03 mm são altura de degrau, não planura: o revestimento é conforme, a forma não muda e a altura sim. Essa subida é 60–90 % da faixa, e uma luneta ajustada ao bruto já não assenta à mesma altura.
Uma cota que se move da maior parte da própria tolerância após a última operação é um problema de desenho. Corrigir após o revestimento é recortar uma peça revestida.
Porque um corte na face revestida abre a camada. O cromo mede 0,1–0,3 µm, o níquel 10–15 µm, e um corte fundo para corrigir o degrau atravessa ambos e expõe cobre ou zinco.
A cadeia põe a usinagem CNC antes da linha. Recortar depois é decapar, maquinar e revestir outra vez; cada decapagem devolve as paredes e arestas finas ao banho, e a cota volta a mover-se. O banho de decapagem apaga também a prova de quanto media o assento, e a correção começa sem referência.
Esse ciclo é orçado como segunda passagem por toda a linha, e por isso uma caixa que falha no degrau após o revestimento costuma ser descartada em vez de recuperada.
O degrau espelho. É a face onde assenta a luneta e é maquinado no mesmo amarre que a cavidade, portanto os 0,03 mm e a referência saem de um só setup.
Tomar a referência na parede exterior fundida faz a leitura seguir o aperto. A cavidade de 30,0 mm, desvio superior 0,05 mm, inferior 0, é maquinada contra a mesma referência, então mover esta desloca duas chamadas de uma vez.
Mudar de referência é mudar o desenho, e isso reabre o orçamento e o dispositivo. O calibrador que aprovou a primeira peça já não corresponde à nova.
Quatro linhas: o assento a 0,03 mm, a etapa a que se aplica, o instrumento de mesa e lâmina, e a amostragem fixada pelo tamanho da série. Com essas quatro linhas, um inspetor aceita ou recusa sem conversa.
A espessura de revestimento vai na mesma folha, porque é ela que move a face. Cobre 8–12 µm, níquel 10–15 µm e cromo 0,1–0,3 µm fixam o total que o assento tem de absorver.
Escrita assim, a aceitação fixa também a cláusula de retrabalho. Uma caixa que falha no assento antes do revestimento volta à máquina; uma que falha depois vai para o descarte.
Característica | Meta | Faixa admitida | Instrumento |
|---|---|---|---|
Altura do assento espelho | 0,03 mm | 0–0,03 mm, antes do revestimento | Mesa e lâmina |
Revestimento total | 18–27 µm | Cu 8–12 / Ni 10–15 / Cr 0,1–0,3 | Raio X |
Cavidade | 30,0 mm | 30,00–30,05 mm | Calibrador |
Face de referência | Degrau espelho (mesmo amarre que a cavidade) | — | MMC |
Envie assento, espessura de revestimento e etapa de medição numa única folha com o pedido.