O fator mais significativo nesta avaliação econômica é o volume de produção. A Impressão 3D tem custos de configuração quase zero, mas um custo alto e constante por peça. Em contraste, a Fundição de Metais requer um investimento inicial substancial em fabricação de ferramentas e matrizes, mas o custo por peça torna-se muito baixo em grande escala. As empresas devem realizar uma análise de ponto de equilíbrio. Para volumes muito baixos (por exemplo, 1-50 peças), a impressão 3D é quase sempre mais econômica. Para produção em massa de alto volume (por exemplo, 10.000+ peças), a fundição é esmagadoramente mais custo-efetiva. A decisão depende da identificação do limite de volume em que o alto custo inicial da ferramentaria é amortizado por unidades suficientes para ficar abaixo do custo por peça da Manufatura Aditiva.
A impressão 3D se destaca economicamente ao produzir peças com alta complexidade geométrica—como canais internos, estruturas em treliça ou montagens consolidadas—que são difíceis ou impossíveis de fundir sem múltiplos núcleos e ferramentaria complexa. O custo para imprimir uma peça complexa é frequentemente semelhante ao de uma peça simples, enquanto a complexidade aumenta drasticamente o custo e a dificuldade da ferramentaria de fundição. Além disso, durante a fase de protótipo e design, onde as iterações são frequentes, a impressão 3D é mais econômica, pois evita o custo e o tempo de modificar ferramentaria de produção cara para cada alteração de design.
A velocidade é um fator econômico crítico. A Prototipagem Rápida via impressão 3D pode entregar peças funcionais em dias, acelerando o desenvolvimento e permitindo um tempo para o mercado mais rápido, o que pode proporcionar uma vantagem competitiva significativa e uma oportunidade de receita. A fundição tradicional, com seu prazo de entrega para fabricação de ferramentas e matrizes (frequentemente 4-12 semanas), atrasa o início da produção. Para manufatura de baixo volume ou produção de ponte, a impressão 3D pode ser mais econômica ao preencher a lacuna enquanto as ferramentas de fundição permanentes estão sendo fabricadas, evitando perdas de vendas.
Uma avaliação abrangente deve incluir todos os custos. Os materiais de impressão 3D (especialmente metais) são tipicamente mais caros por quilograma do que ligas de fundição como o alumínio A380. Além disso, ambos os processos frequentemente requerem pós-processamento. As peças impressas podem precisar de remoção de suportes, usinagem de características críticas e acabamento superficial. As peças fundidas requerem remoção de rebarbas e alimentadores e frequentemente usinagem e tratamentos superficiais semelhantes, como pintura eletrostática. O custo total de propriedade, incluindo mão de obra para pós-processamento, deve ser considerado na análise.