Sim: um furo Ø1,5 mm atravessa uma parede de Zamak 5 de 0,9 mm sem boca lascada quando a saída é chanfrada antes da broca, o avanço cai no rompimento e as duas asas são usinadas numa única fixação. Esse furo pertence à usinagem CNC, não ao molde; uma lasca de boca acima de 0,1 mm é descarte.
A parede da asa mira 0,9–1,2 mm, então um furo Ø1,5 mm com 0,03 mm de desvio superior e nenhum inferior é mais largo que o metal no ponto mais fino. Na entrada a ponta corta com zinco dos dois lados; na saída encontra um anel com ar atrás.
A lasca aqui é geometria, não qualidade da liga. O Zamak 5 conforme ASTM B86 AC41A sustenta 0,9 mm dos dois lados do furo, a liga não é a parte fraca. A saída não tem apoio e, assim que a ponta rompe, o anel restante é empurrado em vez de cortado.
O avanço no rompimento. Um registro de exemplo anota nove saídas de asa lascadas em 300 peças, todas do lado da saída.
Um chanfro cortado antes da broca muda contra o que a ponta bate: a aresta já está abaixo do plano de corte. Um avanço menor no rompimento mantém a pressão pequena, e o lote seguinte voltou a zero.
Repassar não recupera a peça: o furo carrega 0,03 mm de desvio superior, qualquer repasse o tira da cota e o calibrador recusa. Um orçamento que lista a furação sem chanfro omite uma passada.
Os dois furos levam a mesma barra, então Ø0,05 mm de coaxialidade pertence a um só eixo, não a dois furos bem furados. O apoio no degrau espelho e uma indexação de 180 graus mantêm o erro do dispositivo numa única fixação.
Virar a peça para a segunda asa coloca o desvio do dispositivo na posição do furo antes de a broca tocar o zinco. Os dois furos ficam em eixos separados e a barra trava.
Um pino passado pelos dois furos não prova nada: os furos são curtos e o pino flexiona. Medição por visão ou uma MMC leem os dois eixos, e cada fixação acrescenta uma linha na parte de usinagem do orçamento.
Um núcleo de Ø1,5 mm em pé numa parede de 0,9 mm flexiona sob a pressão de enchimento, e este molde roda com quatro cavidades: quatro núcleos carregam essa carga a cada golpe. O ataque só pode ficar na asa grossa às 12 e às 6 horas, porque a parede grossa solidifica por último e a pressão precisa passar por ali; o preço é um pico no núcleo mais fraco.
Furar após a fundição acrescenta uma operação e remove esse modo de falha. O tamboreamento vem antes da broca, então a ponta começa numa face sem resto de ataque; inverta a ordem e a broca caminha sobre uma rebarba.
Fundir o furo paga o molde uma vez, e uma peça lascada perde a fundição mais cada usinagem já feita nela; furar move o dinheiro para a usinagem, onde uma lasca custa um chanfro.
Cinco pontos regem a característica: o furo a Ø1,5 mm, no máximo 0,03 mm acima e nunca abaixo, Ø0,05 mm de coaxialidade, saída chanfrada conforme desenho, nenhuma lasca acima de 0,1 mm, o calibrador e a menção antes ou depois do revestimento.
Cobre, níquel e cromo somam 18–27 µm, que sobre um furo dão 0,036–0,054 mm, mais largo que os 0,03 mm que o desenho permite. Um furo que passa Ø1,50–Ø1,53 antes do revestimento falha depois; meça antes do revestimento a Ø1,536–Ø1,554 e o repasse fica fora das peças acabadas.
Um orçamento feito só sobre a fundição sob pressão de zinco não cobre nem esse corte nem o chanfro.
Característica | Meta | Faixa admitida | Instrumento |
|---|---|---|---|
Parede da asa | 0,9 mm | 0,9–1,2 mm | Corte, visão |
Furo | Ø1,5 mm | após revestimento Ø1,50–Ø1,53 (antes 1,536–1,554) | Calibrador |
Coaxialidade | Ø0,05 mm | máx. Ø0,05 mm | MMC ou visão |
Lasca de boca | 0 mm | máx. 0,1 mm | Visão |
Cobre | 10 µm | 8–12 µm | Raio X |
Níquel | 12,5 µm | 10–15 µm | Raio X |
Cromo | 0,2 µm | 0,1–0,3 µm | Raio X |
Envie o corte da asa, a posição do ataque e a menção de revestimento com o pedido; um fornecedor que responde aos três compara-se ao seguinte.